Assista completo no Youtube:
Como que um time que, até os 37 minutos do primeiro tempo, tinha como lance mais perigoso um chute na cabeça do Raphael Veiga, conseguiu uma virada para cima do Palmeiras jogando fora de casa, em 45 minutos?
Sendo objetivo:
- Faltou objetividade e eficácia para o Palmeiras nas finalizações;
- E sobrou sonolência no segundo tempo (o Palmeiras aparentava que o jogo estava ganho e não conseguia produzir muito); No segundo tempo, o Novorizontino teve mais recuperação de bola (20 vs 17) e 80% de desarmes ganhos, contra 20% do Palmeiras;
O Novorizontino, que era último colocado do grupo e não vencia o Palmeiras desde 1991, aproveitou a apatia do 2 tempo e conseguiu virar o jogo. Ainda de quebra, quebrou uma invencibilidade de 42 jogos do Palmeiras na fase de grupos do Paulista.
Como os dados contam a história desse jogo?
Precisamos separar os dados entre 1 e 2 tempo.
No primeiro tempo, finalizamos 9 vezes contra 1 do Novorizontino, e na segunda etapa, foram 6 finalizações nossas contra 11 deles.
Além de finalizarmos menos que o Novorizontino na segunda etapa, finalizamos muito mal. Tivemos 0% de chutes no alvo no segundo tempo, contra 100% deles.
E quando analisamos a eficiência das duas equipes, o adversário teve 100% dos chutes no alvo se tornando gol contra 50% do Palmeiras.
É apenas o quarto jogo da temporada, não dá pra começar com o pé no acelerador, mas se acomodou muito durante a partida e acabou tomando uma virada desnecessária.
O próximo jogo é contra o Red Bull Bragantino na terça-feira às 19h30 no Allianz Parque, e na quarta-feira temos mais uma análise pós-jogo por aqui.
Muito obrigado e até a próxima.

